Ciclo Biológico e Ciclo Psíquico
com Professor Erico Azevedo
01.03.2021
Hoje o tema será: o ciclo biológico e o ciclo psíquico.
Falo a partir de três obras principais: 1) A arte de viver dos sábios; 2) Os jovens e a ética ôntica; 3) Manual de Ontopsicologia
Esses dois livros curiosamente são livros potentíssimos, escritos para jovens, são curtos e este em particular, “A arte de viver dos sábios”, ele escreveu para as filhas, o único livro que ele escreveu de próprio punho. Esses dois livros são muito fortes, diretos ao ponto. No Manual de Oncologia existe uma passagem escrita, um capítulo intitulado “Ciclo Biológico e Ciclo Psíquico, a metanóia”.
Primeiro com relação à necessidade de falar disso, porque parece uma coisa muito óbvia, o ser humano ele é biológico, mas também é um ser psicológico, então por que precisaríamos discutir sobre isso?
Mas também é um ser psicológico, então a gente precisa discutir sobre esse dilema, a questão problema se vocês quiserem eu fato que há muitos modos de viver e não existe um único modo de viver e não existe um modo que seja por assim dizer o certo, o correto, aquele que é o único verdadeiro. Não existe uma única verdade.
Depois tem também a questão do quanto cada um valoriza a própria vida, de uma maneira muito distinta. A própria vida não é um valor considerado absoluto.
Então quando a gente a gente vai falar sobre a vida, a gente precisa ter uma postura muito flexível muito aberta e muito respeitosa em relação aos diversos modos de conduzir a própria vida.
A arte de viver dos sábios
Neste livrinho potente aqui, “A arte de Viver dos Sábios”, eu vou começar por ele porque ele centra muito bem esse tema. O autor descreve que há três estilos de vida, três modos de viver. O primeiro é o “simples viver”, o segundo ele chama de “Ofício de Viver” e o terceiro é a “Arte de Viver”. Vamos entender qual a relação desses três modos de vida, quando estamos no ciclo biológico e no ciclo psíquico.
Vida, em primeiro, lugar significa o lugar da força, a palavra vem do latim latim vis, que significa força, e no grego τίθημι, que se traduz como “colocar, construir, estabelecer”. A força constituída, individuada, o lugar da força. Essa força que sou eu, cada um de vocês, faz parte de uma força geral que é a grande vida, ou o mundo-da-vida. Tanto o mundo-da-vida, a grande vida, quanto eu, cada um de vocês, somos. Somos pontos fluentes, somos emissores e receptores, somos constituintes do mundo. Somos uma parte do mundo, mas constituímos todo o mundo também. Hoje em dia isso é um tema presente, por exemplo, na física quântica, onde considera-se que cada sujeito é também um ator, um construtor do um. Não apenas no sentido da consciência, mas também no sentido concreto, porque intenciona, produz intencionalidade no mundo.
Primeiro Modo: o simples viver
Então o primeiro modo, o simples viver, é um movimento dentro do biológico, do BIOS da vida no sentido biológico elementar. Trata-se de uma participação ativa no conjunto de todos aqueles que são viventes então a planta vive, o peixe vive, o homem vive, a bactéria vive etc. Uma participação dentro da lógica da natureza, onde se especifica a nossa espécie e outras espécies. Porém, no caso da do ser humano quando a gente fala do simples viver, sem qualquer tipo de atributo de diferenciação superior. Ou seja, o homem vive, a árvore vive, o peixe vive, todos nós participamos dessa grande festa que é que a vida. Esse modo de viver, como um existir na multidão biológica, dentro de um rebanho humano, é uma coisa boa não, é uma coisa ruim. Para conseguir cumprir bem esse primeiro nível, e vejam que muitas pessoas não conseguem nem mesmo cumprir bem esse esse primeiro nível. Para conseguir cumprir bem basta seguir algumas indicações, expostas nas leis, na cultura, ou pela cultura de massa, também pela religião e assim sucessivamente. Porque assim eu não entro em um atrito com um sistema ao meu entorno, não coloco em risco o viver, a existência, então de modo pacífico, simplesmente sigo as regras sociais. Os mestres, os guardiões, quem protege esse estilo de vida é essencialmente: a família, os padres, os juízes, a polícia e os médicos. Porque eles estabelcem a norma de comportamento para se viver bem na multidão biológica, no respeito e no convívio civil da multidão.
Segundo modo: ofício de viver
O segundo do nível dentro desse desse movimento citado no livro como o “ofício de viver”. Ofício vem de oficina, as oficinas profissionais que existiam no final da Idade Média, início do Tempo Moderno. Elas indicam uma atitude a uma determinada profissão exercida de um modo superior, portanto um mestre naquele ofício. Em italiano a oficina, o local onde se faz alguma coisa com maestria. Também existiam as bodegas, ligadas à arte, onde os artistas produziam com maestria as obras que eram à eles designadas para produção. Então tudo aquilo que vocês veem na Itália hoje, principalmente, as grandes obras foram consignadas à esses uffizi, atualmente, quem vai para Florença, na Itália tem a galleria degli uffizi, onde tinham esses artesões que produziam essas obras de arte. O que quer dizer o ofício de viver? Um modo, um estilo de vida superior à norma corrente do contexto social. Alguém que atinge a maestria, vive com maestria. De maneira sintética poderia se dizer que é alguma pessoa que se tornou um líder em qualquer campo, no campo artístico, empreendedor de tecnologia, logística, médico, científico, cultural, um líder. A satisfação desse ser humano que vive nessa dimensão do ofício de viver, a sua sua realização histórica que ele considera superior, importante, ele gosta, tem consciência da sua identidade e desse poder que conquistou.
Muitas vezes são pessoas que vem debaixo, conquistaram muitas coisas e tem satisfação por essa conquista porque atingiram um nível que é efetivamente superior, objetivamente superior aquele que seria o nível da multidão biológica. Enquanto no primeiro nível o sujeito ele percorre diversos modelos e ele os considera absolutos e totalitários, são aquelas pessoas que não conseguem compreender que por exemplo as leis são diferentes, entre um estado e outro, país e outro, existe um grande relativismo entre modos, regras e lógicas de se viver. O segundo, que aquele ser humano que vive no horizonte do ofício de viver, da maestria da vida ele usa esses modelo como meios para atingir determinados fins, observa, tudo com muito respeito, mas não morre por esses modelos, relativiza eles.
Isso é muito importante quando a gente falou entender bem a diferença entre entre ciclo biológico e psíquico e a relação entre esses dois esses dois modos.
Terceiro modo: a arte de viver
Por último, a gente tem um nível que já é um nível desafiador. Na arte de viver, “arte” é uma palavra que que deriva do latim ars, ardere, artis uma chamas do fogo, que arde, arder de paixão ou brilhar. Significa aquilo que está sobre a forma da força. Ou seja, aquilo que dá forma à força o princípio que dá forma à força. Observe que o princípio que dá a forma da força é efetivamente alguma coisa que tem a ver com o criar. O ato criativo. O princípio criativo, dá forma à força. Todos nós temos uma força, um quântico energético, psicológico, uma determinada forma, somos humanos, por exemplo. Mas o que dá a forma específica do meu estado energético aqui agora? Esse princípio que é criativo, que faz nascer, a nascente da arte, a fonte eterna da juventude que está sempre nascendo.
Então essa atividade psíquica é que é o fundamental quando a gente vai vai se aprofundar na questão de conseguir captar continuamente a diretividade a ôntica. “A chama divina” é o título também que escolhemos para o Residence, nossa imersão. Essa capacidade de agir sobre a vida. Esses sujeitos que atingem esse horizonte têm a capacidade de agir sobre a vida. Atenção, não é sobre um pequeno horizonte de coisas, porque é possível qualificar a vida, criando novidade de ser na existência: criar uma nova profissão, criar um novo ramo do saber. São muitos os sujeitos que podem atingir um nível de artistas, portanto, criam, determinam novas formas sob as quais muitas pessoas depois se inspiram naquelas direções apontadas. Em vez de repetir o ciclo de existência com o objeto, esses indivíduos inventam ,criam comportamentos com função muito destacada para a sociedade e que permitem que eles tenham a possibilidade de viver a existência como um jogo, o jogo da própria personalidade, o jogo criativo, prazeroso da proporcionalidade.
O dinheiro, nesse nível é relativo porque é um instrumento. Este livro tem um capítulo sobre o dinheiro e muitas vezes as pessoas acham que se o sujeito tem muito dinheiro é porque ele já está vivendo o ciclo psíquico. Não, é verdade. O fato que você pode ter determinados resultados, não significa que você é. A mesma coisa ao contrário, alguém que não tem dinheiro, pode ir muito bem em outras esferas criativa.
Para viver é suficiente a cultura, já no ofício de viver é preciso relativizar as culturas e ver além. Nesse caso trago o exemplo de uma pessoa que viaja o mundo todo mas carrega consigo os seus vícios, então pode estar em Paris, com a oportunidade de assistir um espetáculo ao céu aberto, mas lembra que precisa assistir o jogo de futebol que faz parte da cultura e não abre mão desse jogo. Então a novidade não é impactada, existe uma espécie de rigidez na forma de viver que não dá a abertura à metabolização contínua do novo e à nutrição que a inteligência precisa para sair da lógica fechada. Abertura de metabolizar o novo. Para a arte de viver, o sujeito precisa definitivamente entrar no ciclo psíquico.
Os jovens e a ética ôntica

Figura 1: Como o ser humano deveria se desenvolver
Na figura 1, no livro “Os Jovens e a Ética ôntica” Meneghetti descreve 5 fases de como nós, seres humanos, deveríamos nos desenvolver. Seguindo a ordem de natureza, prevista pela vida, teríamos essas fases de desenvolvimento.
A primeira fase vai de zero até os 6 anos, de desenvolvimento físico, psico-biológico. Então o nosso sistema nervoso autônomo, os gânglios, o cérebro, as vísceras e todo aquele processo de formação que nós já estudamos com o Dr. Ricardo Ghelman em outras Lições sobre a formação da estrutura física, psíquica e biológica. Então essa capacidade que se desenvolve aos poucos e desde as primeiras idades essa autonomia vai se construindo, a capacidade de escolha, quando já comeu o suficiente, a capacidade de autodeterminação, saber dizer não e sim etc.
Depois dos 6 até os 14 anos, existe o momento de maior maturidade psico-racional, a consciência. Essa fase implica no modo de julgar, não apenas no aspecto da consciência moral, mas o reflexo psicológico, físico, do meu estado emocional, as variáveis como um todo que dizem respeito àquele ser humano, àquela unidade de ação. Nesse período se desenvolveriam então essas capacidades de consciência.
Esse seria o percurso natural, sem nenhum tipo de intromissão, Monitor de Deflexão, complexo, fixação dentro de um elenco restrito de estereótipo.
Dos 14 aos 24 o período de máxima virtualidade. Um período onde os grandes gênios da humanidade publicaram suas obras. Um momento crítico, importante para auto afirmação. Aprende praticamente qualquer coisa devido à vitalidade. Um período de ir fundo, atingir objetivos, período mais importante para conhecimento, aprendizagem novas.
Nesse período existe um grande risco de idealismo crítico, preguiça, sexualidade, então uma possibilidade de desperdiçar a força, a vitalidade abundante. Um momento que pode ser perigoso que o sujeito pode se perder e nunca mais se encontrar.
A partir dos 24 aos 34, seria o momento da visão ôntica ou visão do ser. Tendo metabolizado todas as emoções, experiências humanas, seria possível atingir uma realidade concreta das coisas. Uma visão direta do real, não fantasiosa. Parte de uma maturidade das emoções, sensações, conhecimento do próprio corpo, reações, a pessoa maturou tudo isso. Nesse período, o sujeito segue a própria intuição, especificando-se cada vez mais dentro daquilo que ele elegeu como um campo onde ele pretende se destacar na vida. Um período onde se vive intensamente o ciclo de intuir e construir. Ver o real, intuir e fazer, concretizar. Se o sujeito segue nesse duplo movimento, atinge os títulos, as relações, começa a fazer alguma diferença, construiu uma lógica de carreira, seja como for, no campo de atividade que escolheu, atingiu uma posição de liderança naquilo que faz.
A partir dos 34 anos, seria então a fase chamada de Metempsi, um exercício aberto e abrangente dessa visão ôntica, do exercício da metanóia constante.
Manual de Ontopiscologia, ciclo biológico e ciclo psíquico: a metanóia.
Tudo o que foi falado até aqui leva à uma aparente situação feliz: passando pelas três fases, chega-se na arte de viver, tem também aquelas 5 etapas e a vida está realizada chegando na Metempsi. Infelizmente, quando falamos em seres humanos, constatamos que somos restritos a dois ou três estereótipos. Esse processo de restrição aos poucos estereótipos, essa fixação, na maneira como foi identificada na Ontopsicologia, não faria parte da nossa natureza. Os animais, eles até vivem fechados em algumas poucas memórias funcionais, mas estão sempre no aqui e agora, não acumulam rancor, resolvem sempre a situação atual, a fome, a sede, necessidade fisiológica, fazem muito bem o ciclo biológico. O viver é bem feito, não se enganam na relação com os próprios instintos. Já o ser humano, não obstante à novidade que impacta, vive sempre preso à 2 ou 3 estereótipos. O sujeito é repetitivo e impõe aqueles 2 ou 3 estereótipos, moralista, rígido, engraçadinho, que identifica aquele “eu”, mas que, porém são redutivos de toda a potência que aquele sujeito teria de autodesenvolvimento criativo. Fecha o espectro da criatividade naquele sujeito. Por que acontece isso? Vimos nas outras lições dessa série, só vou fazer aqui uma alusão. Ocorre que na primeira infância, até os 6 anos de idade, existe um momento que o sujeito se fixa porque traí uma pusão, um institnto, uma pulsão em nome de um privilégio afetivo com relação ao adulto de referência. A partir daquela referência, ao trair a si mesmo, inicia o processo de formação do inconsciente. Aquele ser humano passa a não ver mais, não refletir na consciência as suas intuições os seus instintos. O que acontece é que por consequência lógica esse sujeito é obrigado a confiar nas regras externas. Carente de uma bússola interna que guie, ele é obrigado a confiar nas regras postas.
Seguir naquele mero viver, como foi falado com relação ao livro da “Arte de viver dos Sábios”, se o sujeito não tivesse nenhuma dessas restrições complexuais, fixações de estereótipos, ele dificilmente se contentaria com um mero viver. Mas mesmo o mero viver de uma pessoa sem essas restrições, já seria superior àquele estilo de vida de quem está preso nos estereótipos. Aquela planta não desabrocha, não dá os frutos que poderia dar porque está limitado naqueles pequenos modelos de comportamento. Por conta do Monitor de Deflexão, se estabiliza um complexo, o complexo cardinal ou chave e esse complexo que é um tanto de energia, uma imagem articulada ela se organiza por meio de poucos estereótipos. Os seres humanos acabam ficando estabilizados abaixo de um universo biológico sem qualquer acesso ao ciclo psíquico, à própria tensão criativa, contínua, nascente, viva. O cenário é drástico, porque a imensa maioria dos seres humanos vive abaixo do ciclo biológico, não sabe o quanto comer, não sabe a hora, o momento do acasalamento, não tem uma bussola instintiva, não faz bem o ciclo biológico. Por conta dessa fixação, nesses poucos estereótipos, não tem acesso à própria tensão criativa, ao ciclo psíquico. Por isso é tão importante a psicoterapia de autenticação.
As plantas e os animais revelam uma inteligência superior à média dos seres humanos no que diz respeito ao ciclo biológico. Tanto que cada vez mais, encontram-se nas redes sociais vídeos de animais inteligentes, seres humanos se admirando com a inteligência dos animais, quando na verdade são os seres humanos que estão abaixo do nível na inteligência elementar da vida. Entrar na esfera do campo psíquico também implica a leitura do campo semântico e essa interação se observa entre os animais quando se relacionam de maneira pacífica com um ser humano que não representa uma ameaça.
Os animais não têm o monitor de deflexão, mas fixam algumas memórias funcionais. Estão sempre no aqui e agora, enquanto os humanos, tipicamente identificam o presente com o passado. Os humanos, por conta da convenção do monitor de deflexão, são fiéis às memórias, são executores, não criadores.
E a sociedade? Não é culpa da sociedade. É fato que sofremos uma oclusão contínua do superego social, mas a responsabilidade individual permanece íntegra e o sujeito pode (e deve) inventar-se interiormente para sair definitivamente da angústia existencial.
Fundamental, portanto, é a metanóia e, para isso, todos os instrumentos ontopsicológicos de autenticação. Não é fácil, pois sem o seu esquema de estereótipos, o sujeito carece de estrutura, não sabe guiar-se, não sabe reagir, nem assimilar. Aquele que atua continuamente a metanóia, transcende não apenas os estereótipos, mas também seus próprios pontos de chegada. Tais sujeitos vivem em uma contínua aventura criativa: ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio.
Conclusão
Ciclo biológico ou biogênese. É um prefixado que a própria vida garante, mas que não vai além da repetição da espécie e da satisfação dos instintos fundamentais. Renova a repetição, e o vivente trabalha para conservar a vida como a encontrou.
Ciclo psíquico ou noogênese. Significa entrar no mundo das causas que, depois, geram os sistemas. Com sua inteligência, o sujeito supera o ciclo biológico e entra na sala de comando. Tais sujeitos possuem uma contínua atividade transcendente e implica a mudança dos estereótipos.
Porém, Natura non facit saltus: Não se pode entrar no ciclo psíquico sem antes ter completado o ciclo biológico. Frustrado o ciclo biológico, compromete-se o ciclo psíquico.
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Quando fechado no Ciclo Biológico |
Quando se abre ao Ciclo Psíquico |
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Repetição da própria espécie |
Necessidade de ampliar o próprio espaço de ação. |
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Pesa muito a questão afetiva, sexual, possessiva e objetual. |
Todas essas referências não têm significado. O que importa é a capacidade da mente de ser livre para exercer funções superiores. |
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Identifica-se pelo ter. (nem sempre “riqueza” significa “ser mais”, mas sim “mais do mesmo”) |
Precisa de uma substancialidade transcendente, onde a sua intencionalidade psíquica corresponde à vida concreta. |
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Basta a Lei e os Costumes externos. |
A Lei não é garantia para o ciclo psíquico. |
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Resultado: se é coisa entre as coisas, encontram-se as coisas. |
Sente-se ter feito tudo bem e todas as coisas são apenas degraus de um nascimento contínuo. |
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Até pode por questões existenciais, mas não age. |
Vive de “salto metafísico”. |
Viver na ordem do ciclo psíquico requer a tomada de decisões criativas atuadas progressivamente, sempre partindo da realidade do individual Em Si ôntico (autóctise histórica), e sem fixar-se em “contemplação” do quanto realizado. A esse ponto, escolhem-se os estereótipos que melhor se aproximam da noogênese, ou seja, que dão maior funcionalidade à atividade da mente. Se não existirem, criam-se. É importante, portanto, saber usar, mas também abandonar e criar os modelos e transcender os quanto realizado
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